Mostrando postagens com marcador História e Afins-Dança do ventre. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador História e Afins-Dança do ventre. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Os Mitos da Dança Tribal

Texto de Mariana Quadros

" O tribal ainda é relativamente novo no Brasil e por isso temos alguns conceitos imprecisos a respeito dele. Nas próximas linhas tentaremos esclarecer alguns.

American Tribal Style - ATS




1) Para dançar tribal tem que fazer cara de má.
No tribal original (ATS – American Tribal Style) a expressão acompanha a música, abolindo exageros para manter a atenção no foco principal, a dança.
No Tribal Fusion temos liberdade total de expressão e apesar de em algumas das performances mais famosas vermos bailarinas com “caras fechadas” isso é opção pessoal e nem de longe configura pré-requisito para o estilo. Expresse o que a sua música e seu humor pedem!

2) O tribal que conhecemos hoje foi inventado por Jamila Salimpour. 
A Jamila teve papel fundamental na criação do tribal, mas o que ela fez foi preparar o terreno para que suas sucessoras (Masha Archer e Carolena Nericcio, respectivamente) estabelecessem o que hoje conhecemos como tal. Sem elas para retomar de onde a Jamila parou duvido que tivéssemos a abrangência estilística que vemos hoje em dia.
Tribal Fusion

3) Tribal Fusion é dança do ventre com peripécias abdominais (ou roupas escuras ou músicas estranhas) e não possui técnica específica.
Tribal Fusion é um desdobramento do ATS e se caracteriza pela fusão do ATS com outros estilos. Sem técnica e conhecimento de ATS não existe Tribal Fusion.

4) Qualquer fusão de dança do ventre é tribal. 
Esse conceito errôneo parte do mesmo princípio que o anterior. Novamente, a base do tribal fusion é o ATS. Todas as outras as influências surgiram depois. Por isso, não basta misturarmos a dança do ventre com break dance, por exemplo. Precisamos conhecer as técnicas do ATS para depois misturar com as influências de nossa preferência. Fusões de qualquer estilo podem ser lindas quando bem executadas, mas para chamarmos de tribal devemos ter como base o ATS. Se uma bailarina quer criar suas próprias fusões sem base no ATS não há nada de errado, é só uma questão de sermos honestas com o estilo que nos
propusermos a representar!


Fonte:  Revista Oriente Encanto e Magia , Março/Abril 2011 | ano IV - nº 24, pag. 36.
Por Mariana Quadros - Instrutora de Tribal Fusion, ATS e Hatha Yoga - FCBD Sister Studio

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Estilos de Dança do Ventre - Diferenças e Variações

Dança do Ventre e seus diferentes estilos.

Estilo Árabe: manifestações sutis de quadril, domínio de tremidos, deslocamentos simplificados adaptados do Ballet Clássico, movimentos de braços e mãos simplificados;


 Estilo Libanês : com shimmies mais amplos e informais, seguidos de deslocamentos muito simplificados, com muitos cabelos e giros. A expressão costuma ser muito mais extrovertida que a do estilo egípcio, pela própria roupagem das músicas mesmo.



Estilo Turco: Intensidade nos movimentos de quadril, movimentos energéticos , giros, redondos e oitos horizontais grandes, cambrês exagerados, muito trabalho de chão e a forte presença dos snujs (zílls) também presente entre os ciganos.


Estilo Brasileiro : revela uma tendência de copiar os detalhes de cada cultura, para fins de estudo e aumento de repertório, e tem se revelado ousado, comunicativo, bem-humorado, rico e claro no repertório de movimentos.



Confira na tabela abaixo:

 
Tabela de estilos de Dança do Ventre



Fonte: 
http://www.centraldancadoventre.com.br/artigos/1324-qdanca-do-ventre-turcaq
http://pt.wikipedia.org/wiki/Dan%C3%A7a_do_ventre

terça-feira, 2 de abril de 2013

Origem do lenço de quadril

Onde surgiu esse acessório tão popular entre as bailarinas e praticantes da dança do ventre?
Ele amplia e ajuda nos movimentos?
As moedas tem algum significado histórico ?
Serve apenas para fazer barulho ou ajuda na marcação do ritmo?

QUANTAS DÚVIDAS??????

Após alumas pesquisas , eis aqui várias respostas sobre esse famoso adereço.
Não se tem a certeza da origem, apenas suposições.

 





A dança do ventre é uma forma de dança antiga de todo o Oriente Médio. Durante o Império Otomano, que se espalhou para o resto do Oriente Médio através de caravanas de ciganos viajantes. As caravanas traziam entreterimento nas ruas durante as festas e mesmo nos palácios para entreter as mulheres.
Um item usado pelas dançarinas do ventre que muito remete o folclore por trás disso são os lenços de moedas. Nada é certo, exixtem três teorias dominantes por trás dos lenços de quadril:



Mulheres egípcias
Uma teoria que se baseia em evidências históricas, surgiu através dos infames Papiros Erótico de Turim . Este antigo artefato egípcio revela visão da cultura sobre a intimidade através de vários desenhos indiscretos. Em muitos dos desenhos, a mulher está usando um cinto com moedas ligadas. A teoria atual é que as mulheres egípcias usado os cintos para atrair a atenção de seus companheiros durante a caminhada e completar o trabalho. Como a mulher trabalhava, o cinto iria movimentar com os quadris e tilintar, criando um som tentador. 

Mais tarde Adaptação
A teoria egípcia em seguida, passa para conectar este cinto , sugerindo que os egípcios adotaram o cinto em sua dança do ventre. A lógica é que ele só parece natural para adicionar moedas para uma forma de dança concebido para revelar a amplitude de movimento de uma mulher, dos quadris, barriga, costas e ombros. O buraco nesta teoria é que não existem achados arqueológicos que mostram primeiras bailarinas egípcias vestindo as moedas. 



Conta Bancária cigana
Outra teoria para a origem dos cintos de moedas sai da Turquia. 
Durante o Império Otomano, ciganos, beduínos e outros artistas de rua teria moedas atiradas a seus pés por transeuntes durante a performance. Sem nenhum lugar "seguro" para depositar o dinheiro, os artistas teriam bolso costurado em sua roupa para as moedas. 
No final do dia, as moedas foram então permanentemente costuradas em peças de vestuário (lenço de quadril) para impedir o roubo. 

 Currículos de ciganos
Esta prática tornou-se então uma forma de currículo para ciganos praticar dança do ventre. O cigano com mais moedas em sua roupa era, obviamente, o melhor dançarino. Por isso, é a teoria de que os ciganos então começaram a colocar as moedas visivelmente em seus trajes que levaram à criação eventual do cinto de moeda . Dado que os ciganos difundiram a arte da dança do ventre em todo o Oriente Médio e, eventualmente, para a Europa e América, esta parece ser uma teoria plausível. 






Item traje moderno
A última teoria por trás dos infames cintos de moedas é que ele foi simplesmente inventado em 1978 por um figurinista no Egito por um clube de Nova York, a dança do ventre conhecida como os dançarinos Casbah. Este grupo está associado com o desenvolvimento do estilo de trajes associados com a dança do ventre hoje. De acordo com o grupo de dança, eles descobriram o lenço do quadril (sem moedas) durante uma turnê no Egito. Quando explicou ao dono da loja que o grupo de dança estava fazendo, ele começou a formar lenços com moedas .
Independentemente das várias lendas sobre as origens das moedas, há algumas coisas que permanecem consistentes. Na vanguarda é que as moedas são projetados para adicionar emoção e ritmo para a dança, bem como complementar os giros e outros movimentos. Além disso, qualquer um que já tentou a dança do ventre pode atestar a utilidade das moedas quando aprender shimmies de ombro e quadril. 





Fontes:
http://www.wisegeek.org/who-are-gypsies.htm#

http://www.hipmix.net/hip-to-know-article.php?pid=46

 

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Snujs - história e origens




Snujs - Sagat - Cymbals - Címbalos, estas são algumas denominações deste instrumento musical em formato de pequenos pratos feito de metal, usados em pares em cada mãos, presos por um elástico nos dedos médio e polegar.
A posição do elástico nos dedos deve ficar atrás das cutículas, não devem ficar nas unhas ou sobre a cutícula, devem ficar aproximadamente meio centímetro atrás das cutículas.


Posição dos snujs nos dedos



Eles são tocados pelos músicos, mas podem ser tocados pela própria bailarina enquanto dança e requer grande habilidade da bailarina, que deve dançar e tocar ao mesmo tempo.



Ansuya - bailarina Americana



Os snujs são um instrumento percussivo que pode acompanhar a música toda, apenas algumas partes e/ ou os breaks (paradas) da música. Geralmente as músicas mais indicadas são as mais aceleradas, mais animadas, com ritmos ou floreados bem marcados. Não é indicado tocar em taksins (lentas) ou qualquer outro momento lento da música, também não se deve tocar nos solos de percussão ou quando o cantor improvisando ou empostando a voz.
Se você é músico segue as mesmas recomendações acima, é permitido tocar nos solos de percussão, no qual você pode acompanhar os ritmos com o derbake e até fazer um desafio.


É preciso conhecer bastante a música e treinar bastante os toques para que o som fique bom. Pois caso contrário, a música e a dança ficarão poluídas ou descompassadas. A bailarina teve conhecer os vários ritmos árabes para tocar os snujs: Baladi, Wada wo Noz, Malfuf, Ayoubi, Soudi (Khaleege), Said, Tschfftitili, Masmoudi, etc.



Treino

O bom som produzido pelo snuj acontece quando se toca um no outro e logo em seguida o som ainda continua reverberando no ar. Ou seja, quanto mais o som se estender no ar, melhor é a qualidade do snuj.

Existem vários de snujs no mercado, porém é preciso ter cuidado na hora de compra-lo:
  • Repare no acabamento (furo bem centralizado);
  • Um bom snuj "reverbera" o som agudo por 10 a 12 segundos;
  • Não compre snujs com deformações ou irregularidades nas bordas ou furo descentralizado;
  •  O tamanho ideal para bailarinas são os de tamanho médio, para os músicos o tamanho é grande, evite os de tamanho pequeno, seu som não é muito agradável;
  • Existem no mercado Snujs de 1 e 2 furos, nas cores prata ou dourado e são feitos de Latão (bronze).

SNUJS PELO MUNDO

Egito
Em uma cidade chamada Bubast, as sacerdotisas costumavam uma vez por ano descer até o rio Nilo, durante os festivais que reverenciam as deusas femininas, para cantar, queimar incensos e tocar sinos que mais tarde foram substituídos pelos snujs. O som desse instrumento era para invocar a deusa Bastet, protetora  das dançarinas e das mulheres que cuidavam de crianças pequenas. Acreditava-se que a bailarina purificava o ambiente ao dançar com os snujs.

Europa
A cultura da dança europeia, eles correspondem às castanholas, comuns na Espanha, Itália e América Latina. Castanholas obteve seu nome de uma castanha a partir do fruto que produziam, e a forma de uma concha.

Turquia
Na Turquia, houve uma riqueza de experiência na fabricação de placas de metal de diferentes tamanhos. Eles foram usados ​​até mesmo nas forças armadas: em tempos de soldados de infantaria regular do Sultanato, que foi recrutado o jovem prisioneiro, chamado janízaros, os usou para intimidar os inimigos.

Dançarinos turcos levaram o prato para o seu arsenal para tocar o ritmo durante a dança. Enraizado nome turco de pequenas placas - "zill". Este nome é usado atualmente.
Temperamento dança com Sagat e une-o com dança cigana, embora se saiba que os ciganos são muitas vezes negligenciados nesta música, substituindo-o com um  rítmicas e língua.





Fontes:
Rahat Lukum - site Ucraniano-  http://d-dance.com.ua
centraldancadoventre.com.br
khanelkhalili.com.br

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Dança do ventre: sensualidade para alcançar boa forma

"Dança do ventre: use a sensualidade para alcançar boa forma"

  Publicado em 07/02/2011 - Entrevistada : Kelly dos Reis Cavalcanti , professora na escola de dança Laura Flores em Florianópolis.

Pernas, braços, glúteos e barriga são trabalhados durante a prática 

Já pensou em ganhar curvas de odalisca com a dança do ventre? 

A boa forma física está diretamente ligada a uma íntima sensação de bem-estar. A felicidade é tanto resultado como estímulo para a produção de substâncias químicas fundamentais para a nossa saúde. Para quem precisa encarar com mais seriedade uma rotina de atividade física, é importante lembrar que de nada adianta ela ser perfeita do ponto de vista fisiológico, ou ser a da moda, ou a mais em conta financeiramente. Se você precisa perder peso ou melhorar o seu condicionamento, procure por algo que também desperte bons sentimentos. Para as mulheres, uma ótima opção é a dança do ventre.

Já no início da aula, é possível perceber que um corpo saudável e atraente combina muito bem com sorriso e leveza de espírito. 

O treino é composto de exaustivas repetições, muito suor e dedicação. Em uma hora é possível queimar cerca de 700 calorias. Os benefícios de quem pratica esta dança oriental, nos movimentos de mão e de olhos quanto nas músicas, são muitos. "Depois de alguns poucos meses praticando já possível perceber o fortalecimento de pernas, braços e glúteos. Além disto, os movimentos vibrantes trabalham a região pélvica, intestinos, útero e ovários" afirma Kelly.

Além da questão aeróbica, muito ritmo e exercícios intensos de quadril, pernas, braços e cintura, a dança do ventre exige sensualidade. "Em função da correria da vida, deixamos de lado esse importante aspecto, mas com a dança a sensualidade volta", afirma a professora.

 Além da questão aeróbica, muito ritmo e exercícios intensos de quadril, pernas, braços e cintura, a dança do ventre exige sensualidade. "Em função da correria da vida, deixamos de lado esse importante aspecto, mas com a dança a sensualidade volta", afirma a professora.

Entre tudo que se pode esperar de uma atividade física, a dança do ventre oferece todos os benefícios para o público feminino. Segundo a professora, a prática influencia diretamente na autoestima, no bom humor e na auto-confiança.

   Para quem nunca tentou, é importante estar disposto a se descobrir. "A dança do ventre funciona também como uma terapia", afirma Kelly. Muitos dos exercícios são realizados diante do espelho, você em contato com a sua projeção. E nisto surgem as roupas que cumprem vários papéis. 

"As moedas em torno dos quadris servem de guia para saber se o movimento está sendo realizado corretamente". Além disso, a sensação de fazer parte de uma fantasia proporciona um distanciamento para que a mulher se entregue aos movimentos sem medo ou vergonha de si mesma ou dos outros. 

A dança do ventre exige ritmo, disciplina, fortalece os músculos, tem uma alta queima calórica e ainda deixa a mulher mais sensual e feminina.

Os movimentos, por não serem comuns a nossa cultura, assim como a música, as roupas e as coreografias, exigem uma presença atenta para que o exercício possa ser realizado com competência. E é aí que a modalidade ganha adeptas de todas as faixas etárias. Sem contra indicação, a dança do ventre pode ser realizada por qualquer mulher que queira se conhecer, colocar o corpo para mexer e descobrir formas ainda mais femininas. 

Fonte: www.minhavida.com.br
http://www.minhavida.com.br/fitness/materias/12786-danca-do-ventre-use-a-sensualidade-para-alcancar-boa-forma

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Motivos para praticar dança do ventre



10 motivos para praticar dança do ventre
Por Ana Marta Yalla Bina


1 - Autoestima lá em cima. 
A dança do ventre estimula o amor próprio.
Faz você observar e descobrir coisas em seu corpo e formas de sentir-se ainda melhor.
É prazerosa e nos faz sentir orgulho de nós mesmos.

2 - Vencendo seu maior inimigo. 
A dança também lhe revela que sua maior inimiga é você mesma. A princípio, você pode achar que nada está bom, mas com o tempo passa a enxergar quantas coisas pode melhorar e outras que você nem quer mudar. Isso porque há aspectos muito valiosos em você e esses sim são importantes. Você desperta para a beleza de ser única e de ser você mesma.

3 - Dança do ventre não “dá barriga”. 

A dança é responsável por tonificar a musculatura abdominal e queima cerca de 400/600 calorias por aula.

4 - Descobrindo seus potenciais. 

Você também descobre seu poder como mulher, não  necessariamente o poder de sedução, mas o de decidir, agir, comandar sua vida e saber o que é bom ou não para você.
E tudo isto com muita autoconfiança.

5- Descansando sua mente. 
Tem o poder de descansar a mente e transportá-la para outro mundo, no qual você consegue utilizar seu corpo de forma que antes lhe parecia impossível.
Está triste? Dance.
Muitos problemas para resolver? Dance.

6 - Cuidando de sua saúde. 

Além de ser responsável pela tonificação da musculatura, também aumenta a flexibilidade, alivia as cólicas menstruais, melhora a coordenação motora, circulação sanguínea, postura e resistência física. A dança é uma forma prazerosa de cuidar do corpo, libera endorfina e causa grande sensação de bem-estar.

7 - Tirando você da solidão. 

Já dizia Santo Agostinho: “Louvada seja a dança que liberta o homem do peso das coisas materiais e une os solitários para formar sociedade”. Na dança você descobre amigos sinceros e verdadeiros, você aprende e ensina, você doa e recebe, e assim não se sente sozinho.

8 - Descobrindo seu potencial. 
A dança permite que você se descubra fazendo coisas que nunca imaginou, como, por exemplo, uma pessoa tímida subindo ao palco. Pode ser difícil, mas a dança ajuda a superar a timidez.

9 - Resgatando a sua feminilidade. 
Você reprime aquele seu lado feminino com receio de parecer vulgar? Não! Ser feminina é ser intuitiva, acolhedora, maternal, graciosa e criativa por natureza. Ser feminina é ser mulher.
A dança traz à tona estas virtudes naturalmente e você começa a influenciar positivamente todos que a rodeiam.

10 - Mente serena e alma encantada. 

Dançar faz bem para a alma. Enquanto você dança, você transmuta todas as energias negativas em positivas. A dança é como uma meditação, onde você se conecta com o que há de mais divino dentro de si e não há espaço algum para as vibrações ruins.
Em uma outra citação, Santo Agostinho dizia: “Louvada seja a dança que tudo exige e fortalece saúde, mente serena e alma encantada”.

Descubra-se! Revele-se! Dance!
Permita-se perceber que o bem-estar é conviver pacificamente com sua essência, seus ideais e com seu corpo que é o templo da alma. "


Fonte: Revista Oriente, Encanto e Magia
Artigo: Dança , 10 motivos para praticar dança do ventre
Autora: Ana Marta Yalla Bina - Bailarina e professora de danças étnicas, terapeuta corporal e editora do Triskle Jornal.


sexta-feira, 15 de junho de 2012

Shaabi - Estilo de música pop




sha'abi - dança do ventre egípcia pop

 
Shaabi, também soletrado sha'abi, é um estilo de música e dança que tem raízes antigas nas tradições folclóricas de áreas rurais do Egito, mas que se desenvolveu nos bairros de classe trabalhadora urbana do Egito. 
Shaabi (significado do povo) é a música da classe trabalhadora no Egito e as letras das canções shaabi são normalmente sobre política, vida pessoal ou amor (muitas vezes bastante explícito). 
Shaabi é muitas vezes dançava em casas noturnas egípcias, como a nossa música pop ocidental é dançada socialmente no ocidente.

 
Shaabi música e artistas famosos.

Shaabi é jogado usando instrumentos tradicionais bem como modernos sintetizadores eletrônicos e seu tom é bastante brincalhão. 
A variedade urbana de shaabi se tornou amplamente popular nos anos 70, com Ahmed Adawiya (também transliterado como Adawiyah, Adeweia ou Adeweya). 
Ahmed Adawiya começou sua carreira como garçom do café, mas logo se tornou um cantor shaabi popular. Em suas canções, ele usa a linguagem das ruas do Cairo e, como cantores podem shaabi, ele Saad música shaabispecialises na improvisação vocal.

Outros cantores populares shaabi incluem Hakim, Abdul Raheem Shaban, Sami Ali, Sahar Hamdy, Saad El Soghayar, Khaled Agag, Hassan El Asmar, Magdy Talaat e Magdy Shabin.
 


Shaabi estilo de dança
 
O estilo Shaabi é brincalhão e namorador, "atrevido" um pouco, com uma forte influência folclórica. Os movimentos são regionais que em raqs sharki, sem tantas voltas nem grandes etapas itinerantes; passos são principalmente em pés planos em vez de na ponta dos pés. Shaabi estilo não é elegante.
Os movimentos são relativamente simples, mas cheio de sentimento. Uma dançarina que pode ser utilizada como um exemplo de estilo shaaby é Fifi Abdo.